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431 - The Killers
Manhã de segunda-feira, quase recuperado do fim de semana prolongado. Aproveitar, porque no próximo ano devo trabalhar em São Caetano e lá, Consciência Negra não é feriado. L Não bastasse o mau-humor pelo resfriado, o metrô com problemas de novo. Essa maldita administração do PSDB. Foco na expansão do metrô e abandonam a manutenção das linhas existentes. Bando de filho da puta, o PSDB. Não demora muito haverá um grande acidente, provocando mortes pela falta de Calendário na Manutenção dos trilhos, Engenharia de Produção. Ainda cansado do show, The Killers, de sábado. Show perfeito, pontual, com iluminação, som e cenários impecáveis. Nem mesmo a chuva incessante e o barro daquele lugar desgraçado, Chácara do Jóquei, foram capazes de desanimar diante do talento e profissionalismo dos “matadores”. Brandom Flowers esbanjou talento, profissionalismo e sensualidade. Saí de lá cansado, feliz, molhado e enlameado, praticamente na “ilha de Lost”. Alguém deveria proibir shows naquele lugar. Ao menos que fizessem show pra hippies ricoteiros, Morais Moreira, sei lá. Os dois últimos shows foram experiências surreais. Dez dias antes, durante o blecaute, estava me divertindo com o punk cigano do Gogol Bordello. Alheio a tudo que acontecia em São Paulo e no Brasil, cantei, pulei e dancei com Eugene Hütz, graças aos geradores eficientes da Via Funchal. Ainda que sem ar condicionado, a cerveja e a vodka continuaram geladas. Saí de lá bêbado, feliz, limpo e perfumado. Deparei com uma cidade apagada e trânsito caótico. Fui pro boteco, bebi a luz de velas e ainda cortei o cabelo. Só não tive um “Flash Forward”, porque não apaguei.
Escrito por J.Roberto às 14h03 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] |
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